Estilo com Infomação

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Aproveitem nosso blog, temos música, cinema, dicas de moda, decorações, tudo ao bom estilo Vintage.

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Vintagisses, curiosidades, costumes,burlesco, divas, mate a saudade ou conheça o que não viveu..

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Patricia Krentcil

As vítimas dos padrões pós-modernos, com um transtorno de personalidade, Patricia Krentcil , a mãe do bronzeamento, a americana acusada de ter causado uma queimadura na filha de cinco anos depois de levar a criança para fazer bronzeamento artificial. A mídia retrata como sendo um problema semelhante à anorexia nervosa



Eu nunca vi ex-modelo tão decadente, tão tosca, olha como essa criatura se veste, será que ela ainda não se deu conta que os tempos de modelo já passaram? Fica a dica as quarentonas, evitem o ridículo!



Como a pessoa anda na rua mostrando a calcinha?

Foto: Patricia Krentcil " mãe do bronzeamento" passeando pelas ruas de New Jersey, aproveitando a fama.




Patricia Krentcil é uma ex-modelo que sofre de tanorexia. A mulher q ficou conhecida como " mãe do bronzeamento" tanorexia é um vício em bronzeamento, um problema semelhante à anorexia nervosa.




terça-feira, 8 de maio de 2012

Do Big-Bang a teoria das cordas



Sem dúvida uma das maiores inquietações do ser humano é saber o que existia antes do Big-Bang pois, se o universo começou a existir pós a explosão, então antes o que havia? Pensando nisso estou fazendo um resumo acessível aos curiosos como eu. 




Tudo começou com filamentos de cordas cósmicas muito finas, elas podem assumir a forma de circuitos fechados, ou seqüências infinitas que vagueiam para sempre pelo espaço.Elas seriam muito longas e finas, mas enfeixariam inimaginável quantidade de energia — um pedaço de 2 centímetros pesaria em torno de 40 bilhões de toneladas.Foram as cadeias de cordas muito longas, q durante a explosão preencheu com uma aleatória e emaranhada rede de espaguete todo o universo. Como o universo se expande, algumas redes de cordas reduzem em circuitos pequenos, que perdem energia, irradiando ondas de gravidade até que elas encolhem e desaparecem. No entanto, as longas sequencias não podem ser eliminadas, e iriam sobreviver até os dias atuais. Eventualmente, distúrbios produzidos nas redes de cordas cósmicas, conduziria à formação de estruturas como galáxias e tudo que existe atualmente no cosmo. Antes do universo existir como o conhecemos hoje só haviam circuítos, então se torna mais misterioso ainda e impossível saber tudo e de onde vem esses circuítos.

Mas é um avanço, antes da teoria das cordas, pensava-se que uma partícula fundamental era puntiforme, ocupando apenas um ponto do espaço. Com ela, no entanto, estas partículas passaram a ser vistas como pequeninos pedaços de corda, que têm comprimento, mas nenhuma outra dimensão. Em um dado momento, então, elas ocupariam, agora, uma linha no espaço.

Com esta teoria arrojada, muitas mudanças viriam se impor nas concepções humanas. Dentre elas, entretanto, vale destacar a dedução de que existem, não apenas quatro dimensões, mas de dez a vinte e seis outras!

Ora, mas se elas existem, por que, de ordinário, não as percebemos? Responde o respeitável Dr. Stephen Hawking – “a sugestão é de que as outras dimensões não são como as dimensões a que estamos acostumados”
A teoria big bang apresenta uma descrição notavelmente simples e bem sucedida das características gerais do universo, mas não fornece nenhum mecanismo através do qual a estrutura poderia ter se formado.

A Teoria das Cordas foi desenvolvida para tentar descrever as partículas fundamentais e as forças que compõem o nosso Universo. Mas, até agora, ninguém conseguiu idealizar um experimento que possa avaliar se ela está correta ou não.

Segundo os físicos geômetras o modelo do universo pode ser representado no E8.

Múltiplas dimensões


Se considerarmos a Terra como uma esfera, ela se torna um objeto contínuo e simétrico com duas dimensões em sua superfície. Bastam duas coordenadas, a longitude e a latitude, para descrever qualquer ponto em sua superfície. Mas a Terra pode também se mover no espaço: isso exige três pontos para definir uma posição: os famosos eixos x, y e z. O grupo de simetria de nossa esfera tem então três dimensões.


Já o E8 exige muito mais da imaginação para que se possa tentar "visualizar" seu espaço simétrico: ele se transforma em um sólido de 57 dimensões - o que significa que são necessários 57 "eixos" para se definir um ponto único nesse sólido. O grupo de simetria contém nada menos do que 248 dimensões. Esses números quase enigmáticos podem então ser expressos na forma de 240 vetores em um espaço de 8 dimensões.

O E8 






Calabi-Yau é a descrição matemática do que poderia ser a forma das 6 dimensões ocultas extras do Universo físico em que só podemos perceber três dimensões espaciais, de um total de nove. Não há nenhuma maneira qualquer um de nós pode ver as dimensões ocultas, para nos ajudar os cientistas inteligentes descobriram a forma de encontrar uma maneira para nós mortais ter uma noção do que estão falando. Este cristal exibe uma seção tridimensional.






Calabi-Yau Manifold


Emora os cálculos dos físicos apontem dimensões extras, não percebemos elas, porque são enroladas em pequenos formatos complexos que só podem ser vistas em escalas minúsculas. Se pudéssemos encolher a pequena escala de Planck pudemos ver que em cada ponto 3D no espaço, podemos também explorar 6 dimensões adicionais. Esta animação mostra uma superfície de Calabi-Yau, que é uma projeção dessas dimensões superiores às dimensões mais familiares que conhecemos .... 



As variedades de Calabi-Yau ocupam todos os espaços disponíveis do universo, preenchendo todo o vazio entre os átomos e as partículas menores da matéria. Portanto, há muitos muitos e muitos desses companheiros que cercam todos nós. Dai a teoria dos multiversos

Mathematica Visualization - Calabi-Yau superfície da teoria das cordas



Nos tempos antigos


O curioso de tudo isso é que se formos nos gregos antigos, Platão mesmo já fazia uma ligação cosmológica com a geometria, havia escrito na porta do templo de delfos ..Deus geometriza quando pensa.É proibido a entrada de quem não saiba geometria..era como uma confraria de sacerdotes detentores de alto grau de conhecimento, os sábios.










Modelo de Keppler inspirado nos sólidos platônicos










sexta-feira, 15 de julho de 2011

Absurdos fashionistas

A moda e seu descompasso

O mundo da moda midiático não esta acompanhando todas mudanças tecnológicas, a preocupação com o espetáculo é tão importante que esquecem até do que se passa no mundo real, principalmente o seu consumidor que sustenta tudo isso. Agora alguns estilistas insatisfeitos perguntam: 
Por que o calendário internacional mostra desfiles com tanta antecedência se os consumidores (que antes não tinham acesso) podem acompanhar tudo em tempo real? Vários estilistas, Donna Karan entre eles, já levantaram a discussão sobre a falta de sincronia do que está nas lojas e as estações climáticas, alertando que o consumo é, no fim das contas, imediatista.

Outra curiosidade que pesquisei no site modalogia.com.br foi: Porque a indústria da moda precisa determinar  tendências?  A jornalista  HELENA KWAMME escreveu um bom artigo sobre o tema que compartilho aqui para uma pertinente reflexão. Comentem!

(....)
Se falamos tanto na “morte” das tendências, na multiplicidade de escolhas e na liberdade do consumidor se vestir do jeito que quer, por que vemos tantos temas, peças e cores repetidas nas passarelas? Confira a opinião de alguns profissionais:


Maria Prata, editora-chefe da Fashion TV Brasil:
“Hoje em dia, as marcas que seguem as tendências mais fortes do mercado são aquelas que precisam vender, que têm uma posição muito grande e têm que atender uma demanda. O público gosta de comprar o que ele tem certeza que vai usar pois tem pouca informação para fazer o seu próprio estilo, então gosta de seguir o estilo que lhes é pautado. As marcas, geralmente as maiores, seguem essas grandes tendências. Mas acho que a moda hoje em dia está muito mais democrática, vemos uma quantidade de opções muito variadas.”

Cris Gurgel, jornalista do World Fashion Daily:
“Embora muitos estilistas não sigam tendências e queiram se libertar dessa escravidão, na verdade eles precisam de um norte, de informações que resumam o sentido dos desejos dos indivíduos. O enigma é: todo mundo quer ser diferente e, ao mesmo tempo, pertencer a um grupo e para tal ele tem que ter uma identidade com o grupo que se dá por pontos semelhantes, daí surgem as tendências. Agora, eu acredito que as tendências podem se transformar em influências, inspirações que resumam esses desejos ocultos do consumidor ou dos indivíduos e não se tornem uma prisão, uma condição para você pertencer ao grupo.”

Mirela Lacerda, diretora de informação da Modalogia:
“A indústria da moda precisa das tendências porque elas funcionam como redutores de incertezas. Principalmente aqui no Brasil, onde a indústria ainda é insegura e gosta de ter o aval do que vem de fora. Os empresários precisam ter essas referências e para isso recorrem aos bureaux de tendências, viajam e acabam comprando peças lá fora para copiar aqui por medo de ‘errar’ e não ter sucesso nas vendas. Por mais que falemos que hoje em dia a moda é democrática, que cada um usa o que quer, que não existe mais imposições e regras, isso ainda é muito relativo, porque as pessoas querem sim ter uma referência, o consumidor quer saber o que está ”na moda’. E a imprensa acaba desempenhando o papel de orientar o consumidor no que ele deve comprar.”

Glória Kalil, consultora de moda:
“Ela só não precisa, como não apresentou tendência nenhuma nessa estação. Se alguém se propôs a fazer uma lista, com certeza ficou faltando alguma coisa, diante de tantas possibilidades. A lista de tendências é mais uma tentativa dos jornalistas de ajudar as pessoas. Atualmente é impossível dizer o que é tendência, porque são tantas as ofertas da moda que você não consegue mais determinar uma lista. O que estou dizendo nessa estação é: nós estamos diante de uma estação onde o que vai valer é o estilo, não a moda. Cada um vai escolher dentro de todas essas ofertas, o que fica bem no seu estilo.”
Iesa Rodrigues, editora de moda :
“Se não tivermos tendências, não se dirige a produção, cada um vai fazer o que quer. O consumo se motiva quando vê alguma coisa diferente. As pessoas dizem: “não, a rua é quem manda”. Só que a ‘rua’ não costura em casa. A ‘rua’ usa o vintage ou customiza, mas mesmo aí já existe o trabalho da indústria, de uma tendência passada. Inclusive é uma das tendências reciclar o passado, ou então você pode pensar no futuro, pode pensar no presente, mas tem que ter um caminho, porque sem ele como que você vai justificar a aquisição de novos produtos? Parece comercialista, mas o emprego das pessoas depende disso. Em geral, quem trabalha com moda não aceita muito isso, porque sabe toda a estrutura que existe por trás, sabe que é uma estratégia de produção. Por ser uma pessoa que sabe disso tudo, posso me dar ao luxo de não seguir tanto a moda e acabo escolhendo coisas que têm mais a minha cara e serão mais duradouras. Mas isso, é para a gente. Enfim, as tendências têm que existir, senão será um caos, pois com a quantidade de estilistas de hoje, a produção não dará conta.”

Lula Rodrigues, jornalista e blogueiro:
“Para ser uma indústria, a moda tem que vender, e para isso ela precisa formatar padrões que serão seguidos. As roupas serão confeccionadas, os tecidos, os pigmentos e as cores têm que emplacar, a roda da fortuna tem que girar. As pessoas têm que comprar roupa, as peças têm que acabar, as pessoas têm que renovar, comprando, muitas vezes, coisas que não precisam. É todo um ciclo que estabelece tendências. Acho incrível alguns estilistas dizerem que não seguem tendências. A partir do momento que um estilista compra tecidos numa Premiére Vision, ou no Paraná, ou em Friburgo ou em Sergipe, esses tecidos são feitos com um determinado objetivo, que é vender. Não adianta dizer que não segue tendências, elas são necessárias para que a moda seja uma indústria, para que possamos estar aqui fazendo um blog, um site, vendendo nosso conteúdo e ganhando dinheiro com isso. Estar na moda, ser blog e site de moda é uma tendência, não tem como escapar.”









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Eu acredito que a moda deve ser divertida, criativa e acima de tudo, confortável. Quer seja casual, roupa diária ou especial como um vestido de noite super chik, uma decoração da sua sala de estar ... Confortável e em harmonia, você vai ficar bem. É muito simples.

O motivo desse blog existir, assim meio confuso, cheio de diversidades nos temas é porque gosto de ciências, história, astronomia, esoterismo, antiguidades, gosto da criação, invenção, inovação, de qualquer tipo e necessito consumir muita informação sobre esses temas pra continuar existindo, é uma paranóia e amo compartilhar, caso tenham alguma dúvida ou sugestão basta passarem um email annahelena@hotmail.com.br, adoro responder todos..colaborem amigos! by Anna Helena